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O Senso Comum é sabedoria popular acumulada ao longo dos séculos

December 31, 2018

O Senso Comum existe por uma razão: ele é fruto do empirismo e o conhecimento acumulado de diversas gerações. Em alguns momentos ele pode estar equivocado, porém na maioria das vezes ele está correto. A conjuntura atual nos permite realizar algumas reflexões sobre o tema.

O que vemos é o seguinte: pessoas de valores deturpados tentando desesperadamente catequizar outras pessoas de opiniões distintas. É cômico ver universitários embebidos de ideologia progressista tentando de tudo para tentar alterar a escolha política da maioria da população. A diferença entre os dois personagens, porém, é clara.

O universitário baseia sua escolha meramente em questão ideológica. Ele não baseia sua opinião na estrutura da realidade, apenas alinha sua escolha de acordo com as preposições ideológicas da vertente política qual ele segue. Não importa se o candidato em que ele vá votar tenha envolvimento em escândalos imorais e de corrupção, o que importa é a ideologia. O homem comum, o trabalhador do campo e da cidade, não tem o mesmo aprofundamento que o "estudante". Mas mesmo assim sua escolha é melhor fundamentada que a de seu oposto, visto que ela é sustentada em valores morais. O comum enxerga os mesmos valores que ele possui na sua escolha política, portanto esse é o motivo de seu voto. Ele não precisou de reflexões profundas para basear sua escolha, apenas os valores que ele recebeu de berço, do Senso Comum. Ele sabe que roubar é errado, portanto é contra o ladrão. Ele sabe que matar é errado, então é contra o assassino. Ele é contra a injustiça, portanto exige que a justiça seja feita e os criminosos sejam devidamente punidos. Porém, o universitário não sabe disso. Para ele, com sua soberba intelectual, existem razões para justificar cada ato acima e o criminoso pode ser, através de alguma manobra intelectual doentia, compreendida pelo universitário como vítima.

O homem do campo e o trabalhador urbano sabe das dificuldades que enfrenta. Ele sabe o que é correr risco de vida, de estar cercado por uma atmosfera que atenta diariamente contra a sua vida e contra a vida daqueles que ele mais ama. Porém, o universitário progressista quer tirar o direito dele de se proteger. "Violência gera violência", diz o universitário. O Senso Comum sabe que essa frase é uma farsa. O Senso Comum sabe, em contraponto, que "Violência impune gera violência" e que o combate aos criminosos não é violência, mas sim justiça. O universitário não tem a quem amar, como o homem comum. O que importa é o seu ego. O homem comum conhece as dificuldades do trabalho, da necessidade do sustento diário, da importância da educação de seus filhos. O progressista, no entanto, não liga pra isso, até porque ele não conhece essa realidade. Em nome da ideologia, se for necessário, ele é capaz de colocar o próprio filho do homem comum contra o pai. Ele não tem pudor em atropelar os valores que a própria família da criança deseja preservar, afinal de contas, ele é o intelectual esclarecido e de moral superior. É por isso que prega transgressão de valores no ensino escolar.

Por fim, o maior dos absurdos é a exigência que o universitário progressista, soberbo e seguro de sua superioridade intelectual, demanda do homem comum. — "Vá estudar história!", ordena, como se o estudo de história fosse o suficiente para basear uma escolha política. Ledo engano dessa pobre alma. Mal sabe o universitário que o homem comum tem o conhecimento mais rico que o progressista nunca vai ter: integridade de moral e valores. Esse conhecimento ele recebeu de herança e transmitirá aos seus descendentes. O universitário, em contraponto, não deixará nada além do vazio.

 

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