O problema: Etnomasoquismo. A solução: Etnocentrismo


Depois de debatermos como o Etnomasoquismo destrói nações por dentro, afetando a psicologia de seus habitantes, precisamos definir qual a resposta que trará fim a isso. É através do voltar a si, de centrar a atenção no próprio povo, com o Etnocentrismo, que novamente se pode tornar independente. O Etnocentrismo é força central para o fortalecimento da identidade e destino de um povo. Como definido por Guillaume Faye, o Etnocentrismo é uma "convicção mobilizadora, própria dos povos que perduram na história, que define a etnia à qual se pertence como um eixo central e superior, devendo-se para tal conservar a sua identidade étnica a fim de se perpetuar na história."¹ O Etnocentrismo é o pilar para o estabelecimento de uma visão cética sobre si e os outros, sem cair no altruísmo patológico que leva ao etnosuicídio. É focar a atenção para o bem comum de sua própria comunidade, povo e nação, importando-se com aquilo que realmente comunica-se com o espírito e a essência singular de sua identidade. Ao olhar para si e se conhecer, sabendo de seus potenciais e limites, é possível que povos distintos possam se olhar com respeito e conhecer o limite de seus espaços. Com isso, cria-se a noção de Etnopluralismo. O Etnopluralismo é a ideia de que todos os povos são singulares e possuem uma cultura única que os distinguem como sociedade. O europeu possui uma identidade própria, assim como o asiático, o africano, o americano, o oceânico. Mais profundamente, dentro dos próprios continentes existem diferenças que tornam a identidade de um povo ainda mais singulares. Um sueco é diferente de um grego, um chinês é distinto de um japonês. São essas diferenças que compõem a verdadeira riqueza de um mundo plural e diverso em culturas. O Etnopluralismo contrapõe diretamente a visão multicultural de que os povos devem coexistir num mesmo espaço - o que por fim implica na dissolução das singularidades que fundamenta a verdadeira diversidade. Sendo assim, o Etnopluralismo se sustenta em uma máxima: o orgulho. Os povos devem se orgulhar daquilo que os torna singular. Devem admirar o feito de seus antepassados e sua história, respeitando o sacrifício e as lutas que tornaram possível o desenvolvimento de sua civilização. Dessa forma, o Etnomasoquismo dá lugar a apreciação de sua identidade, ao mesmo tempo que a visão Etnopluralista promove a preservação das diversas culturas.

¹ Pourquoi nous combattons. Manifeste de la résistance européenne, L’Æncre, 2001

#BertramSchweickert

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