A Escolha de Nosso Tempo


Nosso tempo se apresenta, assim como todo resto da história humana, como uma repetição de um ciclo eterno, mas ainda assim é novo e sem precedentes no que tange seus detalhes íntimos e particulares. Qual é o espírito desse tempo? É a morte de algo belo, tão belo que no futuro, quiçá, se torne apenas um mito, uma lenda, no qual as pessoas talvez nem acreditem ter existido. O próprio homem que construiu esse tempo já tem sua existência duvidada, sua vida imitada por travestis que se pintam com suas cores, emulam seus atos, mas falham em perceber a essência do homem de outrora, em face de ações e objeções vazias. O que nos é apresentando, então, em nosso tempo, afinal? Ilusões e perda.

A dor de se perder algo tão belo quanto o que nossos antepassados construíram só é sentida por quem herdou o que lhes foi dado. Vocês, invasores, bárbaros, destruidores, podem querer fingir ser herdeiros disso tudo, ou querer fingir um orgulho pela sua cultura decadente e degenerativa, mas no final do dia, sabemos que na consciência íntima de cada há o conhecimento de quem é e quem não é herdeiro dessa dádiva, quem sente e quem não sente a necessidade do dever, e quem, no final dessa era, daria a própria vida para proteger aquilo pelo qual nossos pais e avôs deram suas vidas para nos proporcionar. As vidas? Sim. Talvez você, leitor, não seja um dos herdeiros e não saiba disso, mas houveram homens do passado que anularam completamente a si mesmos, ao próprio ego, para dar um futuro melhor para pessoas que eles nunca iriam vir a conhecer: as próximas gerações do seu povo. Você entende isso? Provavelmente não – se entendesse você seria um herdeiro, não um destruidor. Você finge ter uma tradição, um povo? Então, por tudo que é sagrado, volte ao seu lugar de origem e aproveite sua riquíssima cultural – Ah! Espere, você alega que ela foi destruída por aqueles que carregam em suas veias o sangue dos meus antepassados? Então o que você faz aqui vivendo entre aqueles que supostamente mataram o teu povo? Qualquer ser consciente iria querer distância daqueles que destruíram o seu povo. Vamos acabar com esse baile de máscaras: você quer usufruir dos frutos proporcionados pelos meus antepassados ao meu povo, e não ao seu. Um homem não iria se atirar numa terra desconhecida e gastar uma vida construindo algo apenas para que um outro povo possa usufruir de tudo isso, ele fez isso sabendo que estaria prolongando sua vida – vivendo no sangue de seus filhos, netos, e que eles teriam uma boa vida.

Imortalidade é o desejo de toda Alma humana pois, sendo divina em essência, sente a atração pela sua natureza atemporal, e, no mundo material, uma das coisas que representa a imortalidade é fazer com o que você continue a existir no futuro. E o que somos se não parte de um povo, uma etnia, uma cultura? É exatamente essa mais íntima noção de Ser que está sendo atacada e justificada no nosso tempo. Se o leitor quer se tornar imortal, uma das coisas a se fazer é fazer com o que você foi em vida continue a existir no futuro. Os teus filhos serão como você? Eles terão herdado o que você herdou? Aqui entramos no motivo exato do porque isso não é política ou uma teoria acerca de política: isso é um sentimento. É a sobrevivência de um povo, de um modo de vida, pelo que lutamos. Muitos dizem que não podem discutir com nós? Estão certos, afinal, eles são frutos do ethos da Grande Cidade, como eu falei outrora, e eles não possuem identidade com uma terra, um povo, uma etnia, nada. Eles querem, no entanto, fazer o que nós queremos. Eles são o anti-ethos e querem promover o estilo de vida caótico deles a todos, querem que todos, assim como eles, não se importam com o futuro de seus filhos, sua etnia e sua cultura. Qual é a nossa escolha? O que nos resta? As futuras eleições europeias – França, Alemanha, etc... – ilustram muito bem. Nossa escolha é entre aceitar nossa morte ou lutar contra ela, e não há nada no meio. Venha me falar de detalhes e pequenos conceitos econômicos quando o nosso povo tiver uma existência assegurada, nossas crianças um futuro e nossa civilização não esteja beirando a morte. Na Europa, as escolhas estão entre partidos sociais-democrata e partidos nacionalistas de “extrema”-direita (termo utilizado apenas pela mídia manipuladora), como o Front National, de Le Pen, na França – isso mostra como (por mais que se tente divergir disso) o tema central do debate político no Ocidente é entre aceitar ou não a morte de tudo que é Europeu.

Nós, da Legião Identitária, lutamos contra a morte de nosso povo. Nossa nação é o nosso povo e nosso sangue nos une. Não devemos nada a uma Instituição Federativa qualquer, e especialmente não devemos respeito ou lealdade. Nosso nacionalismo tem um significado. Nossa maior arma agora, neste momento político, como Richard Spencer bem colocou, é alcançar as mentes das pessoas, criar uma consciência, resgatar essa noção de ser um herdeiro de algo maior; e dar novamente ao nosso povo o desejo de continuar existindo.


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