Estudantes da Nova Esquerda: A Classe Sanguessuga


Há milênios as revoltas e protestos contra a classe governante ou contra algum sistema são realizadas pela classe produtiva e trabalhadora: os plebeus no império romano; os camponeses no período medieval e moderno; e os operários no período pós-revolução industrial. Estes protestantes e revoltosos reivindicavam por causas justas, como mais espaço na esfera pública, mais direitos sociais, melhores condições de trabalho, maior quantidade de terras e assim por diante. Outras classes, como a militar, a religiosa e a intelectual também tiveram participações em revoltas . As classes citadas anteriormente possuíam funções específicas e vitais dentro da sociedade, transformando suas reivindicações em causas justas e necessárias. Porém, a partir da secunda metade do século XX, mais precisamente em 1968, os protestos são protagonizados por uma nova classe, a classe estudantil.

A classe estudantil é uma classe sanguessuga, pois nada produz e apenas consome. É uma classe que visa mais "direitos", porém cria instabilidades sociais dentro da nação e rupturas. Na sociedade ocidental, por exemplo, manifestações por direitos dos homossexuais ou de gêneros são inúteis, pois todas as constituições já apresentam igualdade jurídica e liberdade para todos os cidadãos. A luta é sem sentido e visa apenas privilégios. Esses estudantes são em sua maioria seguidores de ideologias progressistas, principalmente da Nova Esquerda (New Left). Porém, ao contrário da Esquerda Antiga, que reivindicava principalmente pelos direitos da classe trabalhadora, a Nova Esquerda protesta por direitos das "classes inventadas". Transformaram os negros, os muçulmanos, as mulheres, os homossexuais, os obesos e tantos outros, em classes distintas que sofrem opressão da sociedade branca heteronormativa ocidental (esta que constitui a maioria esmagadora da população). Desejam direitos que na verdade já existem, porém são cegos para perceber isso. Seus protestos são vazios e servem apenas para um propósito: preencher o vazio existencial interior através de um fetichismo revolucionário. Um estudante que protesta pela entrada de refugiados e imigrantes na Europa está atingindo diretamente a classe trabalhadora europeia, que irá trabalhar mais para sustentar os imigrantes através de benefícios (dos 160 mil refugiados que entraram na Suécia, apenas 500 estão trabalhando, o que é possível concluir que quem paga pela sobrevivência de tais pessoas são os contribuintes suecos [1]). Os estudantes que protestam contra banimento da entrada de muçulmanos de zonas de risco nos EUA realizado por Trump, não enxergam que outros 40 países não foram banidos por essa ordem. De fato, os países que foram banidos são aqueles que estão em zona de guerra e desestabilizados politicamente por conta das políticas intervencionistas do governo Democrata de Obama realizado anteriormente. O que Trump procura é a solução real para os problemas.

Ainda que a maioria da classe estudantil seja completamente inútil, apesar de que muitos prepotentemente se auto-intitulam intelectuais, é possível encontrar uma luz na escuridão. A solução para este problema é os estudantes conservadores, tradicionalistas e identitários conquistarem espaço dentro das universidades. Montem grupos de estudos, reúnam-se com camaradas de pensamento semelhante e aprimorem sua argumentação, habilitando-se para desbancar as falácias esquerdistas. Um estudante conservador terá um desenvolvimento imensamente superior em comparação a um estudante progressista, visto que por ser minoria terá de aprimorar sua fundamentação teórica, estando em combate tanto para defender sua ideologia como para atacar os opostos. Já o progressista esquerdista está em uma posição confortável, onde sua visão de mundo é pouco confrontada. Além disso tudo, jamais se esqueçam de focar principalmente na graduação que escolheram, pois enquanto os progressistas estão perdendo tempo em suas utopias que os levarão ao fracasso na vida adulta, vocês estarão trilhando passos sólidos para um futuro promissor. [1] http://dailycaller.com/2016/06/01/sweden-took-162k-refugees-last-year-494-got-jobs/

#BertramSchweickert

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