Nacionalismo não é ódio, mas sim amor


Recentemente ocorreu um protesto identitário do movimento Identitäre Generation no Portão de Brandemburgo, Alemanha. De início, os protestantes foram rotulados como sendo de extrema-direita que odeiam estrangeiros, refugiados, islâmicos, etc. De tais críticas vêm somente a palavra ódio. Sempre tentam mostrar qualquer movimento identitário ou nacionalista como movimentos odiosos. Quando na verdade é o extremo oposto. Movimentos nacionalistas pregam pelo verdadeiro amor, um amor passado por gerações, de pai para filho, transmitido pelos nossos mais antigos ancestrais. Assim como nós amamos nossa família, nós amamos a nossa nação, que é apenas uma extensão de nossa família. Amamos o nosso solo, nossa cultura, nossa identidade, nossos valores e nossa história. É por isso que nossos ancestrais lutaram e se sacrificaram para proteger. É por isso que nós honramos os nossos ancestrais e buscamos proteger de igual forma. Nossos sentimentos são estes: amor, dever e respeito. Tais sentimentos trazem responsabilidade, evocam resistência e impulsionam revolução. Por que então somos descritos como odiosos? Porque enquanto o acusador aponta um dedo para nós, há outros três voltados para ele. Os globalistas odeiam as tradições e identidades. Eles odeiam o fato de nós termos o que amar e o que lutar por. Estas criaturas odiosas são criaturas sem raízes. São elementos internacionais que se espalham pelo mundo causando destruição e miséria. Lançam as pessoas umas contra as outras, pois não querem que elas tenham paz. Por conta disso, odeiam quem ama. “Nem tudo o que reluz é ouro Nem todos os que vagueiam estão perdidos O antigo que é forte não desaparece O gelo não atinge raízes profundas Das cinzas um fogo deve ser acordado, A luz das sombras brotará Renovada será a lâmina uma vez quebrada O descoroado novamente será rei.” - J. R. R. Tolkien

#BertramSchweickert

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