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GERAÇÃO IDENTITÁRIA: Uma declaração de guerra contra os 68tistas

Após a parceria realizada entre a Legião Identitária e a Arktos Media, trazemos para os identitários este importante livro: GERAÇÃO IDENTITÁRIAUma declaração de guerra contra os 68tistas.

A negação do direito dos povos europeus ao seu próprio patrimônio, história e até mesmo posse de suas terras nativas tornou-se parte do alicerce cultural do Ocidente moderno. A imigração em massa, propaganda seletiva e difamação, e uma constante enxurrada de perversão ou, na melhor das hipóteses, uma cultura de consumo inútil, tudo contribui para a transformação da Europa num continente sem identidade própria. 

Sua população nativa consiste principalmente de indivíduos atomizados, sem qualquer propósito ou direção, cada vez mais vítimas de um sistema político sem interesse nas pessoas que governa. Há muitos pontos de vista sobre como isso veio a acontecer, mas a revolta de maio de 1968 foi certamente de singular importância na criação da situação apolítica e autodestrutiva em que a Europa pós-moderna está hoje. Este, porém, não é um livro de história. Não é sobre como isso veio a acontecer, mas sim o que pode e deve ser feito sobre isso, mais precisamente, quem vai fazê-lo. 

Depois da traição das pseudo-elites políticas, jornalísticas e acadêmicas e da complacência de toda uma geração de europeus que permitiram isso, recai sobre os jovens - as primeiras vítimas do descarrilamento da sociedade ocidental - para mudar a maré. No Geração Identitária, o ativista Markus Willinger apresenta sua visão da ideologia do movimento identitário em 41 capítulos breves e diretos. Willinger apresenta uma imagem cristalina do que deu errado e indica a direção na qual devemos buscar nossas soluções. Dirigindo-se perfeitamente entre as esferas da política radical e da filosofia existencial, Geração Identitária explica de forma sucinta e poética o que os jovens europeus devem dizer - ou deveriam dizer - aos representantes corruptos das decrépitas estruturas sociais que dominam o nosso continente. Isto não é um manifesto, é uma declaração de guerra. Markus Willinger nasceu em 1992 e cresceu em Schärding am Inn, na Áustria. Ele tem sido politicamente ativo na direita alternativa desde que ele tinha quinze anos de idade, e é agora um estudante de história e ciência política na Universidade de Stuttgart.