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Greg Johnson: Pós-modernismo, Hedonismo & Morte

“Pós-modernismo” é um desses termos acadêmicos evasivos como “paradigma” que se infiltraram no discurso pseudo-intelectual e, até mesmo, no discurso dos incultos. Aqueles entre nós que possuímos críticas fundamentais e baseadas em princípios à modernidade, aprendemos rapidamente que o pós-modernismo está longe de ser suficientemente pós-moderno. Na verdade, sob muitos aspectos, trata-se apenas de uma intensificação das piores características da modernidade. Gostaria de discutir duas teses filosóficas: 1) existe uma identidade interna entre a cultura pós-moderna e o hedonismo e 2) o hedonismo, levado ao extremo, pode conduzir à sua autossuperação ao providenciar um encontro com a morte – um e

Para o que estou destinado?

Esse texto é um pouco diferente da maioria que são postados aqui, visto possui um caráter mais pessoal. Desde a idealização da Legião Identitária, tive em mente criar um movimento que fosse mais do que um simples grupo político, mas que fosse um movimento cultural, destinado a atingir e influenciar positivamente as vidas das pessoas. Espero nesse texto alcançar o coração dos jovens que podem ter passado ou passam por situação parecida com a minha. Apenas nós, que somos da mesma geração e compartilhamos as mesmas angústias, podemos conversar e nos entendermos. Durante minha adolescência eu frequentemente refletia e pensava o que seria do meu futuro. Estaria eu destinado a algo grande, como os

A Beleza Salvará o Mundo #3

O mundo moderno nos bombardeia com imagens ruins a todo instante. Andamos nas ruas e vemos apenas linhas disformes. Ligamos nossa televisão e recebemos apenas notícias ruins. No rádio, apenas poluição sonora que o mercado musical chama de música. A arte transformou-se em subjetividade problemática, enquanto antigamente significava transcendência. Vivemos em eterna angústia, em eterna descrença. A atmosfera moderna é de pressão, de tortura cruel em busca da morte da alma, do ser, do belo e do esplêndido. Porém, ainda é possível encontrar refúgio e resistência. A tradição é imortal. A tradição supera todas as tendências. Não são as cinzas, mas é o fogo que nunca se apaga. Portanto, vamos celeb

A Crítica da Modernidade de D. H. Lawrence - por Derek Hawthorne

Todo o corpus da escrita de D.H. Lawrence é dedicado a abordar o problema da vida no mundo moderno, e sua visão da modernidade era extraordinariamente negativa: “Não podemos criar nada além do materialismo: mecanismo, a própria alma do materialismo”. Considera a seguinte imagem impressionante que Lawrence nos fornece em seu ensaio “The Novel and the Feelings”: "Supondo que todos os cavalos fossem de repente libertados, o que fariam? Eles correriam à solta selvagemente. Mas supondo que fossem deixados ainda fechados em seus campos, prados, currais, estábulos, o que fariam? Eles ficariam loucos. E essa é precisamente a situação do homem. Ele é domado. Não há nenhum indomado selvagem para dar o

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